
As coisas estão bagunçadas.
A cama esticou,
O lenço de papel acabou.
O café da xícara está amargurado
E o meu relógio parece estar quebrado.
O vento continua a soprar,
Mas minhas lágrimas, ele não consegue secar.
O disco arranhado vive a tocar,
E o meu coração, partido, a te procurar.
Quero encontrar teus passos,
seguir teu som,
sugar teu cheiro,
trocar o meu batom.
Quero aconchego, quero flor,
luz, melodia,
saltos e lagos,
quero morrer de teu amor.
E quando a sanidade voltar,
quero contar ao teu lado,
sem medo de alucinar,
que sem ti, eu me nego a continuar...
Volta... para que as coisas retomem os seus lugares.

Um comentário:
eita peste!!
a mulher tá escrevendo muito!!
desculpa! é pra mim :)
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